RELATÓRIO MISSÃO ORCS E ESQUELETOS

RELATÓRIO MISSÃO ORCS E ESQUELETOS

Por Erinor – classe Obsidiana

Integrantes da missão: Gregori, Vetor, Jaina, Erinor

Em primeiro de Kuthona, tomamos conhecimento da missão e, dois dias depois de preparação, seguimos viagem. Após uma deliberação entre os guerreiros da missão, resolvemos ir primeiro a cidade Rio Grande ao invés de irmos direto para o forte. Achamos melhor tentar conseguir mais informações a respeito do local. Com isso, gastamos cerca de 4 dias a mais de viagem para chegar no forte.

No caminho fomos atacados por Orcs desgarrados, mas conseguimos sobrepujá-los. Na cidade, conseguimos um pouco mais de informação sobre o local e apoio dos moradores com alguns itens. Após um breve momento de reabastecimento, nos dirigimos para o forte. Ao chegarmos, podemos ver um grande contingente de esqueletos em frente a entrada principal. Então criamos um plano de engôdo: enquanto dois integrantes – Gregori e eu – distraímos os esqueletos, os outros membros se esgueiravam para entrar por pontos cegos nos muros do forte. A batalha contra os vários esqueletos foi muito fácil e, mais tarde, descobrimos que seu mestre havia fugido e, sem
ele, os esqueletos ficam sem ação. Dentro do pátio do forte haviam mais esqueletos e foram facilmente derrotados.

Enquanto eu e Jaina nos livramos dos restos dos esqueletos, para impedir um possível retorno caso fossemos atacados novamente. Gregori entrou para investigar as construções que estavam desabitadas. Menos uma. A casa principal foi encontrada com vários orcs mortos e desmembrados. Ao aprofundar as investigações, descobrimos dois salões no subsolo. Um deles havia símbolos e sinais de algum ritual profano, que não foi possível identificar. Eu só posso conjecturar que fosse algum tipo de ritual de invocação. Principalmente devido ao que havia no
outro salão.
Ao levar o resto do grupo para ver o outro salão, no lado oposto da construção, além de encontrarmos mais orcos mortos, e possivelmente um humano também que só encontramos um braço decepado, dentro de um aposento lacrado com vigas, havia algo positivamente não-humano! Alguma criatura degenerada, uma afronta a Natureza que prenderam com medo de seu poder e ferocidade. E receando libertar alguma criatura que estivesse além de nossas capacidades, deixamos o forte mas garantindo que a criatura permanecesse no subsolo da construção principal.

Após viajar de volta cidade de Rio Grande, juntei-me aos meu colegas e voltamos para Davis Hamburgo a fim de comunicar a situação atual e recomendar um contingente maior e melhor preparado para a nova missão.