RELATÓRIO MISSÃO MINA MOEDA DA SORTE

RELATÓRIO MISSÃO MINA MOEDA DA SORTE

Por Erinor – classe Obsidiana

Integrantes da missão: Gregori, Iguana Holmes, Kronar, Anastrianna, Erinor
Foi no dia 15 de Neth que, por meio do quadro de avisos da Guilda de Aventureiros, soubemos da missão encomendada por um integrante que mais de um dos presente já teve como companheiro: Gregori. Após tomar conhecimento um pouco melhor dos acontecimentos, levamos quatro dias para fazer todos os preparos necessários para a viagem e a excursão ao fundo da caverna.

A viagem transcorreu bem, mas logo que chegamos foi possível ver claramente o impacto dos últimos acontecimentos: acampamentos foram improvisados na parte externa para acomodar os mineiros, todo o material da incubadeira agora se encontra na creche que havia pouco tempo sido criada e agora também foi aberto um cemitério, ornado com totens, para as vítimas do recém ataque.

Após nos reunirmos com os responsáveis da mina, reunimos o grupo, junto com alguns carregadores de tochas e auxiliares que haviam visto onde as criaturas apareceram. Descemos até a região que ficou trancada, uma das últimas região de exploração da mina, e descobrimos um túnel no local. Relativamente íngreme, descemos mais para o âmago da mina. Pouco antes de entrarmos na sala que o caminho nos levava, Gregori se viu quase imobilizado por uma força invisível. Não fosse sua força abissal, teria sido feito refém das criaturas que encontramos na escuridão. Finalmente após todos avançarem pelo estreito corredor, conseguimos ter uma visão
melhor das criaturas, que muito pareciam a mistura de aranhas com alguma criatura marinha como uma lagosta. Ao analisar sua forma de ataque, elas lançam teias de suas bocas e depois tentam imobilizar sua vítima. Eu, Anastrianna e Iguana atacando de longe, Kronar e Gregori partiram para cima das criaturas. Após uma batalha tensa, nossos esforços foram recompensados pela vitória, graças a nossos dois fortíssimos guerreiros que apresentaram um destemor sem igual.

Terminado o combate, começamos a nos dirigir para um novo túnel, só que esse de formato bem diferente do feito pelos mineiros: arredondado e com um material macio mantendo a estabilidade do túnel. Antes porém, peguei amostras da criatura para ler levado para estudo por Baltasar, intendente e responsável pelo templo de Davis-Hamburgo. Após caminharmos por uns trezentos metros, chegamos a uma sala escavada rusticamente. Chegamos a conclusão que era a área de repouso das criaturas, embora estranhamente havia um outro grande veio de prata que parece que foi exposto por algo que não essas criaturas. Talvez uma futura investigação seria aconselhado.

Por fim, e após seguirmos o túnel por vários quilômetros, chegamos a mais uma ampla sala escavada nas entranhas da Mãe Terra e encontramos uma carcaça, um tipo de crisálida de uma criatura enorme. Recolhi amostras para estudos por meio de Baltasar Como já fazia tempo, resolvemos voltar porque não tínhamos rações ou provisões para uma campanha mais extensa e vários integrantes já demonstravam sinais de desgaste. Retornamos e, por motivo de segurança, o xamã da tribo provocou um vasto desmoronamento no túnel das criaturas, por meio de seus encantamentos poderosos que raramente cheguei a ver. Então retornamos a superfície,
tranquilizamos os mineiros e seus responsáveis e levamos espécimes mortas para estudos.